Grafite, tinta da china e lápis de cores sobre papel.
QUARTO EM TELHEIRAS – Dezembro 2008
Um dia acordei feliz
esquecida da zanga aberta com a vida
A serigráfica "menina do Cutileiro” ainda me espreita
com olhos semi-cerrados de gata
enroscada na própria nudez
empoleirada na parede branca
Há também a janela larga, o quente das madeiras
e o confetti multicor jogado sobre a cama
AZÂNA - 1988
Nas manhãs gloriosas
em que há sol
recebo em minhas mãos

a energia da vida
que de ti me vem
Rosto imerso em luz
sintonizo com o universo
ou com algum deus desconhecido
Sou
entre milhões sem história
e sem tempo
neste ritual saudação ao sol

1 comentário:
Foi aqui que veio parar a primeira andorinha.
Não parece mas isto era a cores... Os lápis não resultam mesmo nada
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