sábado, 4 de outubro de 2008

José Duarte e Jazz à Mostra aqui em Telheiras


Colagem, caneta uni-ball e lápis de cor aguarelável sobre papel
Que pena tão pouca genteaqui em Telheiras, nesta tarde de sábado, ter aproveitado o privilégio de ouvir jazz e o José Duarte, que recebeu também a medalha de ouro do Município de Lisboa !

Tóbis - Lumiar

Esferográfica sobre papel
Mais trabalho que fica pr'ámanhã...em azul e rosa!

Telheiras Norte - Alto da Faia

Esferográfica sobre papel

Este desenho está mesmo a pedir cor para destacar os vários planos, mas hoje estou muito cansada e ainda há mais dois desenhos pra meter no blogue...àmanhã talvez

domingo, 28 de setembro de 2008

Passagem de peões e choupos da Rua Prof. Francisco Gentil























Tinta da china e lápis aguarelável sobre papel
Há muito tempo que não punha andorinhas do avô Manuel nas mensagens...Diz-me a minha irmã Manela que há andorinhas que deixaram de migrar para África no inverno e que se ficam pelo nosso Alentejo...

domingo, 21 de setembro de 2008

Retrovisor 1 e 2


A vantagem de viajar agora de Expresso é que vim pelo caminho para o Alentejo a experimentar as canetas novas; as turbulências são imprevisíveis e atrapalham mais do que eu pensava!...O motorista retrovisado revelou-se um modelo suficientemente estável...As memórias estratificadas de imagens destas estradas e da aproximação aos lugares, desde a infância...reconhecíveis mas nunca desenhadas...lá estavam os "macacos da linha", como a imaginação de criança de minha irmã Lupe lhe permitiu baptizar os postes de alta tensão metálicos dependurados da linha de 150.000... ainda a estrada de Grândola, abobadada em túnel pelas copas dos pinheiros mansos que tanto surpreenderam e agradaram ao meu cunhado americano ...e as bermas baixas de que eu tinha pavor nas ultrapassagens quando trabalhei em Beja em 1974 ...

Estrada de Grândola







"Os macacos da linha" - Linha de 150.000 Kv


Aproximação a Serpa


Largo da Igreja do Salvador




Atelier das Portas de Moura - Traço e Cor















A Manela no atelier e retrato do Ricardo. O atelier é partilhado com um grupo de amigos e estão todos de parabéns porque o espaço é muito agradável, com boa luz e os trabalhos que tive oportunidade de espreitar, bem interessantes!

Porta da Varanda

Aloé








Pátio de casa de Serpa




Surcouf e Rex

sábado, 20 de setembro de 2008

À Espera

Desenhei o Surcouf com muito pouca luz como se vê...Contra-luz

Preto e Branco

"Os trágicos perfis no horizonte" - 23anos depois...


Vinte e três anos depois, dezenas de sobreiros mortos ou doentes no mesmo cenário em que escrevi o poema "O Monte" em 1985
O MONTE

Primeiro apeteceu-me sair
à procura
arrastei os pés para te sentir real
a cada passo
lá estavas imóvel como te esperava
fielmente há anos
Abriguei-me do calor na rama de um cedro
e descansei a vista no teu corpo
pleno de força e tão quieto
Não me surpreenderia se o teu dorso
redondo de restolho e palha
de repente se pusesse a arfar
e a vida te habitasse Terra Mãe
Anuário de Poetas não publicados Assírio e Alvim 1986, pág 82

As Andorinhas do Avô Manuel

Pintura com andorinhas do avô Manuel numa das parede da Farmácia nas Portas de Sevilha em Serpa

A vizinha da rua de trás


Na "rua do monte"apanhando o fresco

Tinta da china e lápis de cor aguarelável
Foi bom ter a companhia da Manela neste regresso à Serra e estava-se muito bem ao fim da tarde com o Balu e a Risquinhas por ali. O Balu não parava sossegado, sempre em guarda, como convém a um rafeiro alentejano, porque praticamente não me conhece.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Paragem 4 e 5

ZÁS! Estes esboços tavam tão fraquinhos e destoavam tanto da qualidade do que tenho vindo a fazer que foram para a reciclagem mas fica o lugar a lembrar que tenho dias...




Esferográfica sobre papel
Não tenho feito nenhum, já estou como a Tilisa, deve ser dos ares de Lisboa!...volto pró sul, agora pró Alentejo onde raramente tenho desenhado...lembro-me de um registo de que gosto muito do pastor Zé Manel na Serra de Serpa com a cadela Costureira (serra de aires) que reproduzi em linólio nas aulas do Iade em 1970 e que me apeteceu mostrar hoje aqui...onde estará?...o espólio é pobre e anda atrás de mim há muitas vidas, não admira que lhe vá perdendo o rasto...ficam-me memórias tão nítidas que aposto poderia redesenhá-las!
Mas antes de ir prometi a mim mesma que actualizarei as informações dos eventos recomendados em Telheiras (ART) e arredores

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

A Amoreira e as rosas da Teresinha - Lagoa - Algarve

Esferográfica sobre papel

Estou de volta, depois de um saboroso retiro num paraíso chamado Porto de Abrigo - Sta Rita, na Caramujeira - Lagoa - Algarve, a convite de minha irmã Teresa e cunhado Gustavo.
Só me lembrava de ter visto libelinhas no Monte da minha infância...Aqui eram verdes, amarelas e vermelhas, mas ía jurar que lá também as havia azuis!...
.

Agaves, libelinhas e Gustavo a jardinar - Lagoa - Algarve

Esferográfica sobre papel

Piteira em flor e postes - Lagoa - Algarve

Esferográfica sobre papel

Portão velho, Yuca e canas - Lagoa - Algarve

Esferográfica sobre papel

Casas velhas na Caramujeira - Lagoa - Algarve

Esferográfica sobre papel

Chocolate Felino - Lagoa - Algarve

Esferográfica sobre papel

O Chocolate é um gato siamês vadio que resolveu ficar para jantar no Porto de Abrigo de Santa Rita, e ao serão posou compenetrado, como se vê.


segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Folhas e flores curiosas


Vou de férias e despeço-me com estas espécies curiosas cá de Telheiras. Do Algarve espero trazer alguma produção desenhada!

sábado, 9 de agosto de 2008

Pereira do Alto da Faia com peras: o seu a seu dono

esferográfica sobre papel










Para ver o que se avista de interessante e para desenhar a tal Pereira, subi ao terraço do Clube Faia - agora recém inaugurado restaurante Guru; dei por mim a experimentar grafismos estranhos, mas acho que valeu a pena.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Homem de cabelo branco com cão preto na Praça Central de Telheiras

Esferográfica sobre papel quadriculado

É a 1ª vez que me sento a desenhar na Praça Central de Telheiras...O homem, o cão e os pombos, depressa, antes que se vão embora...pena ter decapitado a acácia...essa ficou lá inteira, bem bonita!