Fonte na Praça Rodrigo Botet, junto ao hotel Excelsior. Estava-se aqui muito bem. A esplanada estava cheia de gente às 8 da noite.
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domingo, 14 de junho de 2009
Valencia - as três Graças - Fonte
Fonte na Praça Rodrigo Botet, junto ao hotel Excelsior. Estava-se aqui muito bem. A esplanada estava cheia de gente às 8 da noite.
domingo, 15 de março de 2009
Figueira do Alto da Faia no Inverno

caneta Uni-ball eye
Já desenhei três vezes esta Figueira; é esta a estação do ano em que a imagem tem para mim maior impacte e que permite a melhor leitura da sua estrutura. Esta semana passei lá...a imagem da figueira "rebentou" de facto! A imagem alterou-se bruscamente com vigorosos "rebentos" de folhas, verde claras, nas extremidades de todos os ramos! (ainda não fotografei nem desenhei)
domingo, 28 de dezembro de 2008
O Cipreste do F1 - Chegar a casa

Caneta Uniball .5 e lápis de cor aguarelável.
Entrada no edifício F1*, por detrás dos correios . Projecto do Arqº Duarte Nuno Simões para a EPUL.
É bom, é um privilégio chegar a casa e ter a receber-me imagens como esta!
Neste Natal os assaltos a casas, aqui no prédio, vieram perturbar esta confiança...não descansei enquanto não me vieram pôr uma porta de segurança!
*Prédio em galeria na R. Prof. Vieira de Almeida - Telheiras Sul
sábado, 20 de setembro de 2008
"Os trágicos perfis no horizonte" - 23anos depois...

Vinte e três anos depois, dezenas de sobreiros mortos ou doentes no mesmo cenário em que escrevi o poema "O Monte" em 1985O MONTE
Primeiro apeteceu-me sair
à procura
arrastei os pés para te sentir real
a cada passo
lá estavas imóvel como te esperava
fielmente há anos
Abriguei-me do calor na rama de um cedro
e descansei a vista no teu corpo
pleno de força e tão quieto
Não me surpreenderia se o teu dorso
redondo de restolho e palha
de repente se pusesse a arfar
e a vida te habitasse Terra Mãe
Primeiro apeteceu-me sair
à procura
arrastei os pés para te sentir real
a cada passo
lá estavas imóvel como te esperava
fielmente há anos
Abriguei-me do calor na rama de um cedro
e descansei a vista no teu corpo
pleno de força e tão quieto
Não me surpreenderia se o teu dorso
redondo de restolho e palha
de repente se pusesse a arfar
e a vida te habitasse Terra Mãe
Anuário de Poetas não publicados Assírio e Alvim 1986, pág 82
quarta-feira, 30 de julho de 2008
domingo, 22 de junho de 2008
Depósito da Epal e ciprestes


Tinta da china sobre papel
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As árvores estão muito mais presentes no habitar em Telheiras, do que nós memorizamos... araucária, eucalipto, palmeiras, oliveiras, plátanos, faias, ciprestes, pinheiros... já marcaram presença neste blogue, associadas a diferentes edifícios que fui desenhando.
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...“o jardim é um tema censurado, e por muitas razões, pela moderna cultura arquitectónica... lugar do imprevisível, do fantástico, do mistério, o jardim representa a instabilidade e a contínua metamorfose do mundo ..."; "Uma casa não é uma casa se um jardim, verdadeiro ou imaginário, não a rodeia ou a penetra. Sempre a casa e a terra: a casa como terra. Na fragilidade da erva esconde-se a mesma lei que assegura a força da viga de madeira. Os mesmos elementos formam o pó e a pedra. O jardim é, então, a paisagem de qualquer casa: paisagem interior, no miolo cerrado dos tecidos urbanos, paisagem verdadeira na vastidão do campo". ...Franco Purini " La arquitectura Didáctica"p.131 ..."tenho a noção que realmente o jardim tem sido um pouco um tema censurado, talvez por isso mesmo...e é corrente e inteiramente partilhado por todos em contínuas vagas de consumo" citado e comentado por José Baptista Coelho em //infohabitar.blogspot.com
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árvores,
imagens urbanas de Telheiras
domingo, 1 de junho de 2008
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
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